Não acreditas no aquecimento global? 4 factos que te vão fazer mudar de ideias

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Este é um assunto que frequente na mesa do bar: afinal, o aquecimento global existe ou não ? Trata-se de uma preocupação legítima ou de apenas uma invenção dos governos para alcançar os seus próprios objetivos? 

Contra factos não há argumentos - a estatística prova que sim, existe uma mudança climática em andamento. Aqui vão 4 dados para explicares aos teus amigos:

1. A quantidade de CO2 na atmosfera está cada vez maior

Se faltaste a algumas aulas de Fisico-Química, CO2 é a fórmula do dióxido de carbono, um gás sem cheiro e sabor, expelido por máquinas que utilizamos diariamente, como os carros. A libertação de CO2 é natural (os humanos fazem isso ao respirar, caso tenhas faltado a mais aulas do que pensávamos); o problema é o seu excesso, causado principalmente pela combustão de combustíveis fósseis.

Os cientistas medem a concentração de dióxido de carbono como partes por milhão (ppm). Atualmente, essa medição já atinge a marca de 405,67 ppm — sendo que se estima que, há milhares de anos, quando os seres humanos ainda estavam “a nascer”, rondavam os 290 ppm. Quanto mais CO2 na atmosfera na Terra, maior é a temperatura do planeta — e é aí que entra o aquecimento global.

2. O nível médio das águas do mar estão mais altos

Como o planeta ficou mais quente, as camadas de gelo vão-se derretendo e transformando-se em água, o que faz com que os mares subam de nível, engolindo cidades costeiras e — quem sabe, a longo prazo — uma metrópole inteira.

Não acreditas? O aumento do nível médio da água do mar é medido em milímetros por ano (mm/year, em inglês). A medição mais recente apontou uma taxa de 3,4 mm/year, sendo que, desde o século 19, as águas já subiram cerca de 20 cm de “altura”. 

3. Está a ficar mesmo quente! 

Não, aquele calor absurdo que sentiste há pouco tempo não foi por acaso. O ano de 2016 foi considerado o mais quente registado na História, com uma temperatura global média 1,69 ºF (cerca de 16 ºC) mais alta do que aquelas do século passado. Além do calor excessivo causar o derretimento dos glaciares, gera outros fenómenos, como ciclones, furacões e principalmente queimadas — que, por sua vez, aumentam o volume de CO2.

4. O gelo do Ártico e da Antártida está a desaparecer

Estas regiões, dominadas por glaciares gigantescos, estão prestes a desaparecer do mapa. Em janeiro de 2017, a extensão de gelo no Ártico era de 13,4 milhões sq km (square kilometers ou quilómetros quadrados), o que representa uma perda de 1,3 milhões sq km entre os anos de 1981 e 2010. Já a Antártida perdeu 0,6 sq km durante esse mesmo período, permanecendo hoje com 4 sq km.

Esta redução, para além de causar o aumento do nível médio da água dos mares, afeta a fauna local, como focas, pinguins e até mesmo os famosos ursos-polares. 

Marcações: Ambiente, Terra, Planeta, Mar

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