O que acontece no nosso cérebro quando nos apaixonamos?

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Já deves ter ouvido a expressão que "o amor é uma droga". Não é à toa, e hoje explicamos-te porquê!

Quando estamos apaixonados, uma explosão de neurotransmissores invade a corrente sanguínea, fazendo com que os apaixonados tenham sensações muito parecidas ao consumo de substâncias ilícitas.

Mais do que isso, os especialistas já comprovaram que algumas fases do amor podem trazer sensações ainda melhores! 

O início da paixão

Sabes quando sentes um friozinho na barriga depois de encontrar aquela pessoa especial? É nesse momento que a dopamina entra em ação. Esse neurotransmissor é o responsável por fazer o coração bater mais forte e aumentar a vontade de estar sempre perto da pessoa amada. A dopamina também contribui para essa euforia inicial e aumenta a dependência emocional. Ainda nesse estágio, os níveis de seratonina caem, que faz aumentar o desejo sexual.

Uma relação estável

Com o passar do tempo, a tendência é que os pombinhos se tornem menos obcecados um pelo outro. Conforme os laços emocionais começam a aprofundar-se, o cérebro passa a produzir mais serotonina enquanto, num período de cerca de um ano, o fator de crescimento nervoso tende a voltar ao normal. Pode parecer menos excitante, mas o aumento da seratonina ajuda a desenvolver uma ligação menos dependente e mais confiante que prepara os casais para relacionamentos duradouros e estáveis.

Muitos anos depois

Quanto mais um relacionamento dura, menos dopamina é libertada no organismo. Mas isto não quer dizer que o vínculo entre as pessoas se está a perder. Na verdade, uma molécula chamada hormona libertadora de corticotrofina ajuda a manter os casais unidos. Esta é libertada sempre que os pombinhos se separam, causando uma sensação desconfortável que faz com que as pessoas sintam falta uma da outra.

Outra hormona importante nesta fase é a vasopressina, que apresenta níveis elevados no organismo masculino. Esta substância está ligada ao comportamento territorial, o que pode ser a explicação para que os homens, em relacionamentos saudáveis, sejam leais e protetores com as suas companheiras, além de serem mais fieis. (Já que em relacionamentos emocionalmente instáveis, tendem a ser possessivos).

Marcações: Valores, Relações, Amor , Namoro, Cérebro

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