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A borboleta e o casulo

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Apareceu um dia uma pequena abertura num casulo. Um homem sentou-se e observou a borboleta durante várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que o seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.

 

Após algum tempo, parecia que tinha parado de fazer progressos. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia progredir mais. O homem então decidiu ajudar a borboleta: pegou numa tesoura e cortou o resto do casulo. A borboleta assim saiu facilmente.

Porém, o seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas. O homem continuou a observá-la, porque esperava que, a qualquer momento, as asas da borboleta se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo. Contudo, nada aconteceu!

Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida a rastejar com um corpo murcho e as asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar!  O que o homem, na sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo pelo qual o fluído do corpo da borboleta passa para as suas asas, para que voe assim que sai do casulo.

Esta história remete-nos para três pontos:

A ajuda e o tipo de auxílio que se presta.
Quantas vezes somos mal compreendidos porque às vezes até fazemos esforço para ajudar alguém e a pessoa nem nos agradece! Já paraste para pensar que nestas situações talvez o que não tenha sido adequado foi a tua ajuda? Ou seja, aquilo que tu pensas ser melhor para a pessoa pode não ser o que ela precisa. Por isso, convém sempre perguntar (antes de abrir os casulos) se a pessoa precisa da nossa ajuda e se sim, como podemos ajudar.

A noção de tempo e de ritmo de vida.
Hoje em dia vivemos num ritmo muito acelerado e temos tendência a não esperar e a agir impulsivamente, desrespeitando o tempo do outro.
Há alturas em que o melhor a fazer é parar e esperar pelo outro, sem fazer mais nada. A simples presença durante um processo difícil é suficiente para ajudar um amigo em transformação.

A necessidade de vencer os nossos próprios obstáculos.
Tal como nesta história, sem os obstáculos da vida (os nossos casulos), viveríamos a vida de forma rasteira, porque só com a busca da força interior para superar os obstáculos é que conseguimos criar as nossas asas e voar.
De certa forma, é das nossas fraquezas que construímos a nossa força e sucesso.

 

Marcações: Valores, Crescer, Histórias , Conflito, Decisões, Escolhas

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