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Corpo Humano: O nosso cérebro em perguntas e respostas

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O cérebro não é pesado. O do adulto tem cerca de 1,3 quilos, mas o seu funcionamento está longe de ser simples. Eis algumas das perguntas que, certamente, gostarias de fazer, e às quais respondemos em poucas palavras. A ciência e a medicina ainda têm muitas descobertas a fazer a respeito do cérebro humano.

O cérebro funciona em rede?

O nosso cérebro está bem protegido na nossa cabeça; em primeiro lugar, pelos ossos que formam a caixa craniana e depois pelas meninges. Estas membranas fixadas ao nosso crânio envolvem o cérebro. E como estão cheias de um líquido, permitem amortecer os choques que poderiam causar riscos.

O cérebro é um músculo?

Não é um músculo mas sim um órgão composto por cerca de cem biliões de células especiais: os neurónios. Estas células nervosas estão ligadas entre si. Assim, a informação circula no nosso cérebro ou em forma de sinal eléctrico ou graças a pequenas moléculas químicas chamadas “neurotransmissores”. Esta rede de neurónios formam dois hemisférios unidos entre si.

Como se analisa?

Uma das técnicas mais utilizadas é a ressonância magnética, que permite ver a atividade do cérebro em tempo real. O aparelho mede as variações da quantidade de sangue a circular. De facto, quando uma zona é ativada, necessita de mais oxigénio e de energia e, por conseguinte, a quantidade de sangue em circulação aumenta.

Gostar do amigo (a) e gostar de pizza é a mesma coisa?

De certo modo. O cérebro trata a informação da mesma maneira. Simplificando, o cérebro gosta de tudo o que favorece a sobrevivência da espécie, pois o nosso cérebro foi modelado no tempo dos nossos antepassados pré-históricos. Ao longo da História, o cérebro aprendeu a consumir alimentos “ricos” em gorduras. E também aprendeu a gostar de pessoas com capacidade para serem companheiras ou companheiros “para toda a vida”. Uma questão de sobrevivência da espécie humana.

De onde vem o prazer de consumir chocolate?

O cérebro é encarregado de nos dar uma sensação de bem-estar, quando realizamos uma ação que responda às nossas necessidades vitais: alimentar, reproduzir… Ao comer quando se tem fome, o cérebro dessa pessoa liberta uma substância química (dopamina) que dá uma sensação de prazer. Porém, com o tempo, esta recompensa passou a não limitar-se unicamente às necessidades vitais, mas também a tudo aquilo que é “bom”, como o chocolate.

Por que é que se é optimista ou pessimista?

O nosso cérebro tem naturalmente uma tendência positiva. Os cientistas descobriram que se tem mais facilidade em imaginar acontecimentos felizes do que infelizes. O que acontece é que algumas pessoas, pelas experiências de vida que tiveram, se tornam mais pessimistas. Somos no geral mais otimistas que pessimistas, porque os nossos antepassados assim se habituaram. Quando regressavam da caça, preferiam recordar-se dos seus êxitos do que os perigos ou as garras dos animais ferozes.

Por que nos recordamos mais dos cheiros que dos ruídos?

A região do cérebro ligada ao odor tem o nome de córtex olfativo e situa-se muito próximo das zonas da memória: o hipocampo e a amígdala. Por isso, o relacionamento entre os odores que sentimos e as recordações que eles evocam é muito rápida, efetuando-se com exatidão. As regiões do cérebro relacionadas com
outras sensações que não o odor, estão mais afastadas das da memória. Isto explica o porquê das recordações relacionadas com os ruídos são menos fortes.

O cérebro das raparigas é diferente do dos rapazes?

Ligeiramente. Primeiro, o dos rapazes é um pouco maior que o das raparigas, mas isso não é prova de inteligência superior. Existem ainda pequenas coisas específicas relacionadas com a evolução ao longo de milhares de anos. Por exemplo, os rapazes têm um melhor sentido de orientação que as raparigas,
porque os nossos antepassados saíam para a caça, enquanto as mulheres ficavam em casa. Mas a maior parte das diferenças entre eles vêm da educação.

O nosso cérebro cresce se pensarmos muito?

Felizmente não. Imagina como seria a cabeça dos grandes sábios! Ele não cresce mas pode mudar ligeiramente, se estimulado. Os cientistas mostraram, por exemplo, que no hipocampo dos taxistas, uma das zonas que nos permitem situarmo-nos no espaço, os neurónios tinham mais conexões entre eles, do que nas pessoas com outras profissões. É como se o cérebro do taxista se tivesse especializado, à força de percorrer as centenas de ruas da cidade.

Porque é que é fácil decorar letras de canções?

Entre as letras das canções preferidas e uma lição de história, é claro que as letras das canções ficam gravadas mais depressa na memória. E porquê? Porque são palavras que para nós são mais interessantes, e para as decorar não se exige muita concentração. Além disso, a capacidade de memorização não é a mesma para todos. Para uns basta escutarem uma vez a lição. Outros precisam de utilizar técnicas de memorização.

Porquê a matemática e as línguas são difíceis?

Quanto à matemática, os cientistas afirmam que o cérebro, para manipular os números, recorre a regiões organizadas em rede. Teoricamente, todos podemos ser fortes em matemática. São sobretudo as diferenças de educação que fazem com que alguns sejam melhores que outros. Quanto às línguas estrangeiras, o que acontece é que nascemos com um cérebro com os neurónios preparados para aprender a língua materna desde os primeiros meses de vida.

Os cérebros doentes poderão ser reparados?

Neste momento, não é possível curar as doenças do cérebro. Por exemplo, as doenças neurodegenerativas, como a de Alzheimer que faz perder a memória. Os cientistas sonham pelo dia em que poderão cultivar células, para substituir os neurónios desaparecidos ou que já não funcionam. E haverá no futuro cérebros artificiais?

Através do cérebro podem melhorar-se os recordes desportivos?

No desporto existem os músculos… e também a cabeça. Para correr depressa, é preciso querer. Para que um desportista alcance um recorde, deve estar extremamente motivado! Além deste treino mental, alguns dopantes químicos actuam directamente nos neurónios e permitem obter uma melhor resistência, estimulando o cérebro.

Será possível ler os pesamentos das pessoas?

Há experiências feitas no sentido de ler o que a pessoa está a pensar. Por exemplo, um cientista mostra a uma pessoa desenhos diferentes. Observando quais as zonas activadas do cérebro, pode adivinhar para qual desenho olhava. Alguns aproveitaram experiências para criar os “detetores de mentiras”. Mas os resultados destes testes não podem ser provados cientificamente.

Marcações: Saúde , Corpo Humano

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